Sim. O ideal é fazer a troca completa do fluído da transmissão. O procedimento é feito quando o carro chega à quilometragem indicada no manual do veículo. Mas, primeiro, é preciso entender a diferença entre a “troca” parcial e a troca de fluido completa. 

Na parcial não é feita propriamente uma troca, apenas um acréscimo de fluído novo ao que já estava no carro. Esse procedimento “é melhor do que nada”, mas não é o ideal. Afinal não se elimina a contaminação do fluido, apenas se prolonga o uso por um tempo curto, diga-se de passagem. Já na troca completa todo o fluido é substituído por um produto novo.

Imagine que o fluido de transmissão do seu carro está contaminado. Desse modo, se o mecânica apenas adicionar fluido, o produto continuará contaminado, não é mesmo? Afinal, a contaminação não foi removida, apenas se adicionou produto para que o sistema não sofra tanto.

Como saber se fizeram a troca completa do fluído da transmissão?

Simples, a troca completa precisa ser feita com o auxílio de uma máquina que retira o fluido contaminado. Se o mecânico não utilizou máquina alguma, ele fez a “troca” parcial. Por consequência, o preço do serviço é mais baixo também.

Ah, mas eu preciso MESMO fazer a troca do fluído da transmissão? Assista o que o ADG falou sobre isso,

Lembrando que o fluido circula por engrenagens planetárias, sistema hidráulico, embreagens e bandas, selos e juntas, e pelo conversor de torque. O mecanismo todo precisa estar ajustado e trabalhando em sintonia e parte dessa tarefa cabe ao fluido… então digamos que ele é BEM importante. Por isso merece todo cuidado e deve estar na lista de inspeção no momento das revisões periódicas. Por falar nisso, já agendou a do seu carro? Oficinas High Torque | Encontre a mais próxima de você!